A partir de 1º de fevereiro, as montadoras que operam no país com montagem de veículos nos regimes SKD ou CKD voltam a recolher o imposto de importação. As alíquotas que voltam a incidir sobre esses produtos serão de 18% para SKD e 20% para CKD.
Mesmo que as fabricantes não tenham utilizado integralmente a cota de importação de kits de peças concedida pelo governo, todas as importações realizadas a partir de fevereiro voltarão a ser tributadas, sem exceções ligadas ao saldo remanescente dessas cotas.
No início de janeiro, a Anfavea, que representa a maior parte das montadoras instaladas no Brasil, demonstrou preocupação com a possibilidade de não prorrogação desse incentivo fiscal — o que, de fato, não se concretizou.
Segundo dados da Câmara de Comércio Exterior (Camex), até 26 de janeiro nenhuma montadora apresentou pedido formal de extensão do benefício, ao contrário do que ocorreu no ano passado.













