O Sindipeças aponta que a redução do déficit comercial do setor está ligada à desaceleração geral das trocas internacionais. Tanto as exportações, que somaram US$ 647,2 milhões, quanto as importações, de US$ 1,7 bilhão, recuaram praticamente no mesmo ritmo na comparação anual: quedas de 17,9% e 17,0%, respectivamente.
A China permanece como principal origem das importações de autopeças, com 20,9% de participação, apesar da retração de 14,8% nas compras em relação ao mesmo mês de 2025. As aquisições de componentes chineses passaram de US$ 408,9 milhões para US$ 348,4 milhões.
Também diminuíram as importações de autopeças da Alemanha e dos Estados Unidos, com baixas de 13,1% e 21,3%, respectivamente (veja tabela abaixo).
No caso específico da China, o Sindipeças destaca a rápida expansão da presença das marcas chinesas no mercado brasileiro de veículos: em 2019, elas respondiam por menos de 1% das vendas; hoje, já detêm 10% de participação. Em 2024, o Brasil foi o principal destino global dos investimentos chineses, e o setor automotivo recebeu US$ 575 milhões desse total.
















