PHINIA divulga resultados do quarto trimestre e do ano de 2025

PHINIA divulga resultados do quarto trimestre e do ano de 2025


A PHINIAdivulga os resultados referentes ao quarto trimestre e ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025.

Destaques do Quarto Trimestre

  • Receita líquida de US$ 889 milhões, alta de 6,7% em relação ao quarto trimestre de 2024.
    • Desconsiderando os impactos de variação cambial e aquisições — que representaram aumentos de US$ 25 milhões e US$ 12 milhões, respectivamente. A receita líquida cresceu US$ 19 milhões, ou 2,3%, impulsionada principalmente por recuperações tarifárias e maiores volumes na Ásia e nas Américas, parcialmente compensados por menores volumes na Europa.
    • Lucro líquido de US$ 45 milhões, com margem líquida de 5,1%, representando aumento de US$ 40 milhões e de 450 pontos-base na comparação anual.
    • EBITDA ajustado de US$ 116 milhões, aumento de US$ 6 milhões em relação ao ano anterior, principalmente em função de economias em pesquisa e desenvolvimento (P&D), eficiência na cadeia de suprimentos e recuperações tarifárias, parcialmente compensadas por um mix de produtos menos favorável.
    • Margem de EBITDA ajustado de 13,0%, redução de 20 pontos-base na comparação anual, impactada sobretudo por mix de produtos desfavorável e variação cambial, parcialmente compensados por economias em P&D e na cadeia de suprimentos.
    • Lucro por ação diluído de US$ 1,15.
    • Lucro líquido ajustado por ação diluído de US$ 1,18 (excluindo US$ 0,03 por ação diluída relacionados a itens não recorrentes detalhados no apêndice não-GAAP abaixo), impulsionado principalmente por menor provisão para imposto de renda, pelos ganhos operacionais mencionados e pela redução no número de ações em circulação.
    • Retorno de US$ 40 milhões aos acionistas, sendo US$ 30 milhões por meio de recompra de ações e US$ 10 milhões em dividendos.

Destaques do Exercício de 2025

  • Receita líquida de US$ 3,48 bilhões, crescimento de 2,4% em comparação a 2024.
    • Desconsiderando os impactos do encerramento de contratos de manufatura em 2024 (redução de US$ 23 milhões), além de efeitos cambiais e da aquisição da SEM (crescimento de US$ 45 milhões e US$ 20 milhões, respectivamente), as vendas cresceram US$ 38 milhões, ou 1,1%, principalmente em função de recuperações tarifárias.
  • Lucro líquido de US$ 130 milhões, com margem líquida de 3,7%, alta de US$ 51 milhões e de 140 pontos-base na comparação anual.
  • EBITDA ajustado de US$ 478 milhões, estável em relação ao ano anterior. A margem de EBITDA ajustado foi de 13,7%, redução de 40 pontos-base, principalmente em razão do efeito dilutivo das recuperações tarifárias. Excluindo esse impacto e os efeitos cambiais, a margem permaneceu alinhada à de 2024.
  • Lucro por ação diluído de US$ 3,24.
    • Lucro líquido ajustado por ação diluído de US$ 4,96 (excluindo US$ 1,72 por ação diluída relacionados a itens não recorrentes, impulsionado principalmente por menor provisão para imposto de renda e redução no número de ações em circulação.
  • Retorno de US$ 242 milhões aos acionistas, sendo US$ 200 milhões em recompra de ações e US$ 42 milhões em dividendos.

Principais Conquistas em Mercados Estratégicos de Crescimento

As conquistas de novos contratos e a renovação de negócios existentes mantiveram-se robustas. Entre os destaques:

  • Assinatura do terceiro contrato nos segmentos aeroespacial e de defesa para fornecimento de válvula de combustível pós-combustão, reforçando a capacidade técnica da companhia e sua posição estratégica nesse setor.
  • Extensão de contratos relevantes no segmento de caminhões junto a fabricantes globais de veículos comerciais (OEM’s), reafirmando a solidez e longevidade das parcerias estratégicas.
  • Novo contrato na Índia com um OEM de destaque para fornecimento de injetores de combustível multiponto para veículos a Gás Natural Comprimido (PFI-CNG), reforçando o compromisso da companhia com mobilidade de baixo carbono e sistemas de combustíveis alternativos.
  • Forte crescimento no segmento de reposição (Aftermarket), com a adição de aproximadamente 5.800 novos códigos de produtos ao portfólio, novos contratos com distribuidores de motores de partida e alternadores na América do Norte, conquista de participação junto a distribuidores de sistemas de abastecimento a gasolina nos Estados Unidos e na América do Sul, além de um novo programa de eletrônica veicular na França.

Brady Ericson, presidente e CEO da PHINIA, comentou: “O quarto trimestre encerrou um ano de execução disciplinada. Navegamos em um ambiente de tarifas em constante evolução apoiados pela nossa profundidade operacional e por parcerias sólidas com clientes. Apesar de mercados mais desafiadores, nossos resultados demonstraram resiliência, refletindo a força da nossa estratégia e o comprometimento do nosso time. Para 2026, estamos focados em impulsionar o crescimento orgânico por meio da execução consistente e de inovação direcionada, sustentando a geração de valor para clientes e acionistas.”

Estrutura de Capital e Fluxo de Caixa

A companhia encerrou o ano com US$ 359 milhões em caixa e equivalentes de caixa e US$ 500 milhões disponíveis em sua linha de crédito rotativo. A dívida total ao final do período era de US$ 970 milhões.

O caixa líquido gerado pelas atividades operacionais foi de US$ 312 milhões no ano, aumento de US$ 4 milhões na comparação anual. O fluxo de caixa livre ajustado totalizou US$ 212 milhões, ante US$ 253 milhões em 2024, principalmente em função de maiores investimentos em capital e aumento de ativos pagos antecipadamente.

Projeções para 2026

A companhia projeta receita líquida entre US$ 3,52 bilhões e US$ 3,72 bilhões em 2026, o que representa crescimento anual estimado entre 1% e 7%. O lucro líquido deve ficar entre US$ 165 milhões e US$ 195 milhões, e o EBITDA ajustado, entre US$ 485 milhões e US$ 525 milhões, com margem líquida projetada entre 4,7% e 5,2% e margem de EBITDA ajustado entre 13,7% e 14,3%. A empresa estima gerar entre US$ 200 milhões e US$ 240 milhões em fluxo de caixa livre ajustado em 2026. A alíquota efetiva de imposto ajustada deve ficar na faixa de 30% a 34%.