Cumprir a legislação garante a eficácia dos catalisadores

Cumprir a legislação ambiental garante a eficácia e a durabilidade dos catalisadores automotivos

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A maior parte dos catalisadores hoje disponíveis no mercado brasileiro não atende plenamente à legislação em vigor e, por consequência, não entrega a eficiência necessária em sua função essencial: converter gases nocivos em substâncias menos prejudiciais à saúde pública e ao meio ambiente.

Testes técnicos comparativos conduzidos pela Mastra com diferentes marcas apontam um cenário que merece atenção de toda a cadeia automotiva. Em ensaios realizados com veículos abastecidos com gasolina e etanol, foram avaliados os índices de conversão dos três principais poluentes das emissões veiculares: Hidrocarbonetos Totais (THC), Monóxido de Carbono (CO) e Óxidos de Nitrogênio (NOx). De acordo com a empresa, entre todas as marcas analisadas, apenas os catalisadores Mastra cumpriram integralmente os índices de conversão estabelecidos para os três poluentes.

Os testes foram realizados por laboratórios credenciados, seguindo os critérios técnicos exigidos pela regulamentação brasileira.

A Lei de Crimes Ambientais prevê sanções para situações de poluição que causem ou possam causar danos à saúde humana e ao meio ambiente. O entendimento recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reforça um ponto-chave: não é necessário que o dano já tenha ocorrido para que haja responsabilização. Basta a comprovação de potencial de causar prejuízos ambientais ou à saúde pública para caracterizar a infração.

Diante disso, a equipe técnica da Mastra alerta lojistas e distribuidores: comercializar componentes sem procedência, sem comprovação de eficiência ou em desacordo com os requisitos técnicos e legais contribui para emissões acima dos limites e pode, dependendo do caso, levar à responsabilização por crime ambiental.

As consequências vão além do âmbito jurídico. Para lojistas e reparadores, a escolha de um catalisador inadequado pode gerar insatisfação do cliente, perda de confiança e credibilidade, aumento de retrabalho, reclamações, risco de danos ao veículo e prejuízos à imagem do estabelecimento.

A fabricante também chama a atenção dos consumidores finais: a decisão de compra não deve se basear apenas no menor preço. É fundamental verificar a procedência do catalisador, sua conformidade técnica e o atendimento à legislação aplicável. Ignorar esses pontos abre espaço para problemas futuros, custos adicionais e até responsabilização ambiental, já que pessoas físicas também podem responder por crime ambiental.

A Mastra afirma disponibilizar ao mercado seu conhecimento técnico para apoiar decisões de compra mais conscientes e responsáveis em toda a cadeia: lojistas, reparadores, frotistas, montadoras, distribuidores e usuários finais. No canal da empresa no YouTube, há um vídeo técnico comparativo que mostra, na prática, as diferenças internas e externas entre os catalisadores Mastra e produtos sem procedência encontrados no mercado: https://www.youtube.com/watch?v=Phr5FGtztPg